O
Rosário: “O
Rosário é a oração na qual, com a repetição da saudação do anjo a Maria,
tratamos de fazer nossas considerações sobre o mistério da redenção
partindo da meditação da Virgem. Sua reflexão iniciada no momento da anunciação,
prossegue na glória da assunção. Profundamente imersa no mistério do Pai, do
Filho e do Espírito Santo, na eternidade Maria se une, por ser nossa Mãe, à
oração daqueles que amam a saudação do anjo e a expressam na reza do Rosário.
Nesta
oração nos unimos a Ela como os Apóstolos reunidos no Cenáculo depois da
ascensão de Cristo. Recorda-o a segunda leitura da liturgia de hoje, tirada dos
Atos dos Apóstolos. Depois de citar o nome de cada Apóstolo, o autor escreve: <<Todos
eles se dedicavam à oração em comum, junto com algumas mulheres, entre elas
Maria a mãe de Jesus, e seus irmãos>>.
Com
esta oração se preparavam para receber ao Espírito Santo no dia de
Pentecostes.
Rezava
com eles Maria, que no dia da anunciação havia recebido ao Espírito Santo com
plenitude eminente. A plenitude particular do Espírito Santo determina Nela uma
particular plenitude de oração. Com esta plenitude singular Maria reza por nós
e conosco.
Preside
maternalmente nossa oração. Reúne sobre toda terra imensas legiões dos que
amam a saudação do anjo e que junto com Ela, enquanto rezam o Rosário <<meditam>>
o mistério da
redenção do mundo.
Deste
modo a Igreja se prepara, sem cessar, para receber ao Espírito Santo, como no
dia de Pentecostes”. (João Paulo II – homilia durante a Missa para as Associações e
Movimentos marianos – 02/10/1983)
O Rosário,
de fato, ainda que caracterizado pela sua fisionomia mariana, no seu âmago é
oração cristológica. Na sobriedade dos seus elementos, concentra a
profundidade de toda a mensagem evangélica,da qual é quase um compêndio.2
Nele ecoa a oração de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da
Encarnação redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo cristão
freqüenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação
da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor.
Mediante o Rosário, o crente alcança a graça em abundância, como se a
recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor.
(João Paulo II – Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae –
16/10/2003)
Como
já não bastasse as inúmeras graças que nos trás a recitação do Santo Rosário,
completo ou sob a forma do “Terço”, o infinito Amor Misericordioso de Jesus
por nós, se manifesta em toda sua generosidade através da Santa Madre Igreja,
que vem acrescentar mais esta dádiva Divina, «a
Indulgência Plenária»,
a esta maravilhosa oração.
Veja como você pode obtê-la:

“O
sacramento da Penitência oferece ao pecador «uma nova possibilidade de se
converter e reencontrar a graça da justificação», obtida pelo sacrifício de
Cristo. Fica assim inserido novamente na vida de Deus e com plena participação
na vida da Igreja. Confessando os seus pecados, o crente recebe verdadeiramente
o perdão e pode tomar parte de novo na Eucaristia, como sinal da recuperada
comunhão com o Pai e com a sua Igreja. Porém, a Igreja esteve sempre, desde a
antiguidade, profundamente convencida de que o perdão, concedido gratuitamente
por Deus, implica como conseqüência uma real mudança de vida, uma eliminação
progressiva do mal interior, uma renovação da existência própria. O ato
sacramental devia ser acompanhado por um ato existencial, com uma real purificação
da culpa, que se chama precisamente penitência. Perdão não significa que este
processo existencial se torne supérfluo, mas antes que adquire um sentido, que
é aceite e agradável a Deus.
De
fato, a realização da reconciliação com Deus não exclui a permanência de
algumas conseqüências do pecado, das quais é necessário purificar-se. É
precisamente neste âmbito que ganha relevo a indulgência, através da qual se
manifesta o «dom total da misericórdia de Deus». Pela indulgência é
concedida, ao pecador arrependido, a remissão da pena temporal devida pelos
seus pecados já perdoados quanto à culpa”. (Trecho
da Bula de Proclamação do Grande Jubileu do Ano 2000 «
Incarnationis mysterium » 9, do saudoso Servo de Deus o Santo Padre João Paulo
II).
Como
se reza o Terço:
O Terço, como o próprio nome diz, é a terça parte
do Rosário que se divide nos: <<Mistérios
Gozosos>>,
<<Mistérios
Dolorosos>>
e <<Mistérios
Gloriosos>>.
Às
segundas-feiras e sábados reza-se os Mistérios Gozosos;
Às
terças-feiras e sextas-feiras reza-se os Mistérios Dolorosos;
Às
quartas-feiras e domingos reza-se os Mistérios Gloriosos.
Às quintas-feiras reza-se os Mistérios Luminosos.
É
uma oração simples e o instrumento para reza-la é a <<Coroa do terço>>.
Inicia-se
rezando o <<Credo>>
(Ver
orações do cristão
Os
mistérios Gozosos:

1º mistério: A anunciação do Arcanjo Gabriel a Nossa Senhora;

2º
mistério: A visita de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel;

3º mistério: O nascimento de Jesus na pobre Gruta de Belém;
4º
mistério: A Apresentação de Jesus no Templo;
5º
mistério: A perda e o reencontro de Jesus no Templo entre os Doutores da Lei.
“O
Santo Rosário é oração cristalina, evangélica e eclesiástica, mas também
oração que eleva os sentimentos e afetos do homem.
Nos
mistérios gozosos, sobre os quais nos deteremos hoje brevemente, vemos um pouco
tudo isto: a alegria da família, da maternidade, do parentesco, da amizade, da
ajuda recíproca. Cristo ao nascer, assumiu e santificou estas alegrias que o
pecado não manchou totalmente. Ele realizou isto por meio de Maria. Do mesmo
modo, nós também hoje, através Dela, podemos captar e fazer nossas as
alegrias do homem: em si mesmas, humildes e sensíveis, mas que se fazem grandes
e santas em Maria e em Jesus.
Em
Maria, desposada virginalmente com José e fecundada divinamente, está a
alegria do amor casto dos esposos e da maternidade acolhida e guardada como Dom
de Deus; em Maria que solícita vai à Isabel, está a alegria de servir aos irmãos
levando-lhes a presença de Deus; em Maria que apresenta aos pastores e aos
Magos o esperado de Israel, está a comparticipação espontânea e
confidencial, própria da amizade; em Maria, que no Templo oferece seu próprio
Filho ao Pai celestial, está a alegria impregnada de anseios, própria dos pais
e dos educadores com relação aos filhos ou aos alunos; em Maria, que depois de
três dias de aflita busca, volta a encontrar a Jesus, está a alegria paciente
da mãe que se dá conta de que o próprio filho pertence a Deus antes que a ela
mesma”. (João Paulo II – Angelus de
23/10/1983)
1º mistério: O Batismo de Jesus no rio Jordão;
2º mistério: A auto-revelação de Cristo nas Bodas de Caná;
3º
mistério: Jesus anuncia o Reino de Deus com o convite a conversão;
4º mistério: A Transfiguração de Jesus no monte Tabor;
5º mistério: A instituição da Eucaristia por Jesus.
Cada um destes mistérios é revelação do Reino divino já personificado no mesmo Jesus. Primeiramente é mistério de luz o Batismo no Jordão. Aqui, enquanto Cristo desce à água do rio, como inocente que Se faz pecado por nós (cf. 2 Cor 5, 21), o céu abre-se e a voz do Pai proclama-O Filho dileto (cf. Mt 3, 17 par), ao mesmo tempo que o Espírito vem sobre Ele para investi-Lo na missão que O espera. Mistério de luz é o início dos sinais em Caná (cf. Jo 2, 1-12), quando Cristo, transformando a água em vinho, abre à fé o coração dos discípulos graças à intervenção de Maria, a primeira entre os crentes. Mistério de luz é a pregação com a qual Jesus anuncia o advento do Reino de Deus e convida à conversão (cf. Mc 1, 15), perdoando os pecados de quem a Ele se dirige com humilde confiança (cf.Mc 2, 3-13; Lc 7, 47-48), início do ministério de misericórdia que Ele prosseguirá exercendo até ao fim do mundo, especialmente através do sacramento da Reconciliação confiado à sua Igreja (cf. Jo 20, 22-23). Mistério de luz por excelência é a Transfiguração que, segundo a tradição, se deu no Monte Tabor. A glória da Divindade reluz no rosto de Cristo, enquanto o Pai O acredita aos Apóstolos extasiados para que O « escutem » (cf. Lc 9, 35 par) e se disponham a viver com Ele o momento doloroso da Paixão, a fim de chegarem com Ele à glória da Ressurreição e a uma vida transfigurada pelo Espírito Santo. Mistério de luz é, enfim, a instituição da Eucaristia, na qual Cristo Se faz alimento com o seu Corpo e o seu Sangue sob os sinais do pão e do vinho, testemunhando « até ao extremo » o seu amor pela humanidade (Jo 13, 1), por cuja salvação Se oferecerá em sacrifício.
Os
mistérios Dolorosos:
1º
mistério: A agonia de Jesus no Horto das Oliveiras;
2º
mistério: A flagelação de Jesus atado a uma coluna na casa de Pilatos;
3º
mistério: A coroação de espinhos de Jesus;
4º
mistério: Jesus subindo o Calvário carregando a Cruz nas costas;
5º
mistério: A crucifixão e Morte de Jesus na Cruz.
“Nos
mistérios dolorosos contemplamos em Cristo todas as dores dos homens; Nele
angustiado, traído, abandonado, capturado, aprisionado; Nele, injustamente
processado e submetido a flagelação; Nele mal entendido e escarnecido em sua
missão; Nele, condenado com cumplicidade do poder político; Nele conduzido
publicamente ao suplício e exposto à morte mais infame; Nele, Varão das dores
profetizado pôr Isaías, cai resumida e santificada toda dor humana.
Servo
do Pai, Primogênito entre muitos irmãos, Cabeça da humanidade, transforma o
padecimento humano em oblação agradável a Deus, em sacrifício que redime.
Ele é o Cordeiro que tira o pecado do mundo, o testemunho fiel, que capitula em
si e faz louvável todo martírio.
No
caminho doloroso e no Gólgota está a Mãe, a primeira mártir. E nós com o
Coração da Mãe, que desde da Cruz entregou em testamento a cada um dos discípulos
e a cada um dos homens, contemplamos comovidos os padecimentos de Cristo,
aprendendo Dele a obediência até a morte, e morte de Cruz; aprendendo Dela a
acolher a cada homem como irmão, para
estar com Ela junto as enumeráveis cruzes nas que o Senhor da Glória está
injustamente encravado, não em Seu Corpo glorioso, mas nos membros dolentes do
Seu Corpo místico”. (João Paulo II –
Angelus de 30/10/1983)
Os
mistérios Gloriosos:
1º
mistério: A Ressurreição de Jesus;
2º
mistério: A Ascensão de Jesus ao Céu;
3º
mistério: A descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos com Nossa
Senhora;
4º
mistério: A Assunção de Nossa Senhora ao Céu, levada pelos Anjos;
5º
mistério: A Coroação de Nossa Senhora no Céu, Rainha do Céu e da Terra.
Os
mistérios Gloriosos do Santo Rosário revivem as esperanças do cristão, as
esperanças da vida eterna que comprometem a onipotência de Deus e as
expectativas do tempo presente que obrigam aos homens a colaborar com Deus,
Em
Cristo ressuscitado ressurge o mundo inteiro e inauguram os céus novos e a
terra nova que chegarão com a sua volta gloriosa, quando <<a
morte não mais existir, nem haver dor, nem gritos, nem trabalho, porque tudo
isto já é passado>> (Ap 21, 4).
Cristo
ao ascender ao Céu, Nele se exalta a natureza humana que se senta a direita de
Deus e dá aos discípulos a ordem de evangelizar o mundo, ao subir ao Céu
Cristo, não se eclipsa da terra, apenas se oculta no rosto de cada homem,
especialmente dos mais desventurados: os pobres, os doentes, os marginalizados,
os perseguidos...
Ao
difundir o Espírito Santo em Pentecostes, deu aos discípulos a força de amar
e difundir a verdade, pediu comunhão na construção de um mundo digno do homem
redimido e concedeu a capacidade de santificar todas as coisas com a obediência
à Vontade do Pai Celeste. Deste modo acendeu d novo o gosto de doar no animo de
quem dá, e a certeza de ser amado no coração do desventurado.
Na
glória da Virgem elevada ao Céu, contemplamos entre outras coisas a sublimação
real dos vínculos de sangue e os afetos familiares, pois Cristo glorificou a
Maria não só pôr ser imaculada e arca da presença divina, mas também pôr
honrar a sua Mãe como filho. Não se rompem no Céu os vínculos santos da
Terra, mas ao contrário, nos cuidados da Virgem Mãe elevada para se advogada e
protetora nossa e modelo da Igreja vitoriosa, descobrimos também o modelo
inspirador do amor solícito de nossos queridos defuntos para conosco, amor que
a morte não destrói, mas que aumenta à luz de Deus.
E,
finalmente, na visão de Maria coroada por todas as criaturas, celebramos o mistério
escatológico de uma humanidade refeita em Cristo em unidade perfeita, sem divisões
e nenhuma outra rivalidade que não seja a de sobressair-se no amor um do outro.
Porque Deus é Amor.
Assim
é que nos mistério do Santo Rosário contemplamos e revivemos os gozos, dores
e glória de Cristo e sua Mãe Santa, que passam a ser gozos, dores e esperanças
do homem”. (João
Paulo II - Angelus de 6/11/1983)
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Origem: A 8 de maio de 1972, Pe. Gobbi participa de uma peregrinação a Fátima
e, na Capelinha das Aparições, põe-se a rezar por alguns Sacerdotes, que, além
de traírem a própria vocação, tentam formar associações rebeldes à
autoridade da Igreja.
Interiormente, uma força o impele a confiar em Maria. Servindo-se dele,
como de um humilde e pobre instrumento, Nossa Senhora acolherá todos os
Sacerdotes que aceitarem o convite para se consagrarem ao seu Coração
Imaculado, para permanecerem fortemente ligados ao Papa e à Igreja a ele unida
e conduzirem os fiéis ao refúgio seguro do seu Coração Materno.
Formar-se-ia, assim, um poderoso exército, difundido por todas as partes
do mundo e reunido, não por meios humanos de propaganda, mas com a força
sobrenatural que brota do silêncio, da oração, do sofrimento e da fidelidade
constante aos próprios deveres.
Don Stefano pediu, interiormente, a Nossa Senhora um pequeno sinal de
confirmação e Ela antes do fim daquele mesmo mês, pontualmente lho deu em
Nazaré, no Santuário da Anunciação.
Origina-se, então, o Movimento Sacerdotal Mariano desta simples e
interior inspiração que, em Fátima, Don Stefano Gobbi teve na oração.
Mas como se concretizaria isto?
Em outubro do mesmo ano, tentou-se um tímido encaminhamento, com um
encontro de oração e amizade entre três sacerdotes na paróquia de Gera Lario
(diocese de Como): deu-se notícia deste Movimento em alguns jornais e revistas
católicas.
Em março de 1973 eram cerca de quarenta os sacerdotes inscritos. Em
setembro do mesmo ano, dos oitentas padres já inscritos, 25 participaram do
primeiro encontro nacional em São Vitorino, próximo a Roma.
Desde 1974 iniciaram-se os primeiros Cenáculos de oração e
fraternidade entre os sacerdotes e fiéis; progressivamente, difundiram-se na
Europa e em todas as partes do mundo.
Até o final de 1996 Don Stefano Gobbi visitou várias vezes os cinco
continentes, para presidir os Cenáculos regionais, fazendo cerca de 900 vôos
de avião além de numerosas viagens de carro e trem e fez 2400 Cenáculos, dos
quais 1090 na Europa, 917 na América, 105 na África, 146 na Ásia 142 na
Oceania.
Isto constitui uma prova da admirável difusão do Movimento por toda
parte, nestes anos. (texto extraído da
introdução do livro – Aos sacerdotes filhos prediletos de Nossa Senhora –
)
Compromissos:
São três os
compromissos que caracterizam a espiritualidade do Movimento Sacerdotal Mariano:
1º. Consagração ao Coração Imaculado de Maria;
2º. União de amor e oração ao Papa e a Igreja a ele unida;
3º. Levar quanto nos for possível as pessoas com que entrarmos em
contato a
uma vida de entrega confiante a Nossa Senhora. (difundir os Cenáculos).
O Livro: “Aos Sacerdotes filhos prediletos de Nossa Senhora”.
A partir de julho de 1973, Don Stefano Gobbi começara a anotar alguns
pequenos pensamentos límpidos e fortes, que lhe nasciam na alma. Em obediência
ao Diretor Espiritual, pensou-se em recolhê-los num opúsculo de poucas páginas
e conseguiu-se, desse modo, a primeira edição que foi apresentada no Encontro
dos Sacerdotes do Movimento, no fim de setembro do mesmo ano.
O
MSM já está difundido em toda a parte e sempre através do livro. Foi
espontaneamente traduzido nas principais línguas e, assim, ofereceu aos
sacerdotes a possibilidade de conhecerem o urgente convite de Nossa Senhora a se
consagrarem ao seu Coração Imaculado.
De todos os continentes, os sacerdotes, atraídos por seu convite
materno, responderam com a sua adesão ao Movimento; confiaram-se a Maria, começaram
a reunir-se em Cenáculos, de tal modo que a Obra de Nossa Senhora conseguiu
difundir-se por toda parte, atingindo até mesmo as regiões mais remotas e longínquas
da Terra.
Quando o Pe. Gobbi chega aos lugares mais desconhecidos, a fim de
participar dos Cenáculos, encontra, com agradável surpresa, o Movimento já
propagado, reconhecendo, logo, que o meio para tal difusão foi sempre o livro.
O livro, portanto, cumpre de maneira maravilhosa, a missão de tornar
conhecido por toda parte o Movimento Sacerdotal Mariano. (texto
extraído da introdução do livro – Aos sacerdotes filhos prediletos de Nossa
Senhora – )
O
Cenáculo: “A
estrutura dos Cenáculos é bastante simples. A imitação dos discípulos,
reunidos com Maria no Cenáculo de Jerusalém, nós nos reunimos para rezar com
Maria.
Os Cenáculos devem ser, antes de tudo, encontros de oração.
Mas esta oração deve ser feita com Maria.
Por esse motivo, a recitação do Terço é característica comum a todos
os Cenáculos. Com ele convida-se Nossa Senhora a unir-se à nossa oração,
reza-se com Ela, enquanto que, por Ela mesma, nos é revelado o mistério da
vida de Jesus”. (texto extraído da introdução do livro – Aos sacerdotes filhos
prediletos de Nossa Senhora – )
Cenáculos Familiares: Listas com quem faz Cenáculos Familiares na Grande São Paulo. Procure um perto de você e vá conhecer e consagrar-se ao Coração Imaculado de Maria.
Como se faz o Cenáculo: a oração do Cenáculo do Movimento Sacerdotal Mariano, passo a passo.